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    July 11

    Histórico - Igreja no Centro de Guarulhos

     

    Como relatado nos primeiros textos, a igreja de Jesus na cidade de Guarulhos iniciou em 1983 e se reuniu na Rua João Gonçalves até o ano de 1991, quando passou para a Rua Jaiminho, nº 454, Vila Progresso, bem próximo do local onde então os irmãos congregavam.

    Nas fotos a seguir, podemos ver como era o terreno antes da construção, os mutirões que foram feitos para levantar o prédio, bem como a mudança, um culto ainda no antigo prédio e um culto já no atual, ainda em alvenaria.

    Hoje, 15 anos depois, o prédio foi ampliado, acabado e nele se reunem aos domingos mais de 200 pessoas, além de ser utilizado durante a semana pelo Lar Escola Recanto Cristão, uma obra social das igrejas de Cristo.  

    Falando sobre Domingo de Confraternização de maio de 2006

     

    Citação

    Domingo de Confraternização de maio de 2006
    No dia 28 de maio, 102 pessoas se reuniram para celebrar a Jesus naquele domingo. Foi um domingo especial porque, além do culto dominical, foi o dia em que os casais participantes do curso "Casados para Sempre", ministrado pelo casal Luciano e Lurdes, receberam seu certicado de conclusão. Foram 14 semanas, todas as sextas-feiras, aprendendo como ter o casamento que Deus deseja. Participaram do curso Manoel e Gilda, Jilson e Ducinéia, Gilnor e Fátima e Marcelo e Beth. A cerimônia foi dirigida por Luciano e Lurdes e ainda contou com a apresentação das crianças, cantando uma música em homenagem a seus pais.
    Após o cerimônia, todos participaram de uma deliciosa feijoada.
    Entre os participantes estavam diversos visitantes e irmãos da congregação no Centro da cidade.
    De fato, foi um domingo muito abençoado.

    Falando sobre Divulgação do evangelho

     

    Citação

    Divulgação do evangelho
    Desde o início, o grupo de discípulos nos Pimentas tem como objetivo divulgar a mensagem do evangelho de Jesus Cristo. Nossa meta é estimular todos a estudarem e conhecerem a bíblia, conhecimento este que pode levar a salvação através da fé em Jesus Cristo.
    São vários os métodos evangelísticos: Escola da Bíblia, grupos familiares, reuniões especiais, cursos por correspondência, entre outros.
    Veja a seguir o folheto utilizado pela igreja levar Jesus a região.  

    Sermões - Maio de 2006

    Dia 07/05/2006

     

    PROVAÇÕES E PROVIDÊNCIAS

     

     “Aconteceu que, ao cabo dos quatrocentos e trinta anos, nesse mesmo dia, todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito” - Êxodo 12:41

     

         Depois de habitar sob escravidão no Egito por 430 anos, o povo de Deus foi   libertado. Quando pensou que iria desfrutar o gosto da liberdade, aí começou a prova de seu amor por Deus. Atravessou o deserto com grandes dificuldades e, quando passava sede e fome, Israel se lembrava da fartura de carne no Egito e até desejava regressar. Mas não estava sozinho. Deus estava presente e fez chover pão do céu.

         Às vezes não compreendemos porquê Deus tirou o povo do Egito e permitiu que por algum tempo passasse fome, sede e desconforto. Dessa maneira Deus podia entrar com providência, fornecendo o que seu povo necessitava, revelando-lhe seu poder, que Ele é Deus poderoso e misericordioso e que zela pelos seus.

         Temos dificuldade em perceber a mão bondosa do Senhor quando tudo está às mil maravilhas; ocorre exatamente o contrário quando estamos numa situação lastimável e não temos mais forças para resolver nossos problemas, nossa situação e nossa saúde. É aqui que Deus reverte o quadro, respiramos aliviados e confessamos: “Foi Deus quem me livrou, foi Ele quem me salvou! Foi Deus quem me curou!”

         Muitas vezes só reconhecemos que Deus está agindo quando assumimos que nós mesmos não podemos fazer mais nada. É por isso que passamos por tantas provações em nossas vidas, para nosso próprio crescimento espiritual, de nossa fé, para que nossa confiança esteja sempre em Deus e jamais em nós mesmos.

         Outro motivo do porquê passamos por provas é que Satanás usa esses momentos para nos colocar contra Deus. Ele sabe que nos momentos difíceis o homem se torna mais vulnerável e, se não estiver firme na fé, tende a culpar a Deus por sua situação. Foi assim que ele quis acusar Jó, afirmando que este era fiel porque tinha tudo e que sem as bênçãos negaria e desprezaria a Deus (Jó. 1:1, 7-12). Mas Jó se manteve íntegro e fiel depois de ser provado. E Deus o abençoou, multiplicando suas bênçãos.

         Satanás pode querer usar essa mesma tática com o povo de Deus mas, seja qual for a situação, saibamos que Ele está no controle, que em  Jesus somos mais que  vencedores (Rm. 8:37) e que não podemos esquecer de olhar o alvo (Deus), pois  Ele jamais esquece de olhar para o seu povo.                                                                                 

     

         Manoel Sampaio de Souza (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 14/05/2006

     

    MÃE... EXEMPLO VIVO DO AMOR DE DEUS

     

          “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti” – Isaías 49:15

     

         Amor é uma palavra presente hoje em dia nas canções, nos livros e nos discursos, mas também encontrada na bíblia, onde significa muitos sentimentos e ações na vida do homem. Pelo menos quatro palavras gregas são traduzidas como “amor”: phileo, que dá a idéia de amor entre amigos, storage, mais indicada para relações familiares, eros, amor erótico, a atração entre um homem e sua mulher e ágape, que é o amor  amor sacrificial, sem interesse, que busca apenas o bem estar do ser amado.

         Na maioria das vezes em que é citada no Novo Testamento, ela se refere ao amor de Deus, como por exemplo em João 3:16, onde é citada como o motivo de Deus enviar Jesus para morrer na cruz, Romanos 5:8, fato aquele citado como a prova do amor de Deus para conosco e 1 João 4:8, onde está escrito que Deus é amor.

         Mais do que para ser apreciado, o amor ágape, sacrificial, é incentivado por Jesus e seus apóstolos como a maneira que devemos agir uns com os outros. Em João 15:13, Jesus diz que ninguém tem maior amor do que dar sua vida pelo próximo e no capítulo 13:34-35, Ele fala que o amor sacrificial deve ser a marca do cristão.

         Mas, como demonstrar esse tipo de amor? 1 Coríntios 13 é a resposta, dos versículos 4-8, o apóstolo dá as características do amor divino: é paciente, procura o bem do outro, não é orgulhoso, nem egoísta, tudo sofre, tudo crê, tudo suporta, entre outras atributos. É um tipo de amor sobre-humano, somente Deus pode colocá-lo em nossas vidas.

         No entanto, podemos vê-lo nos dias de hoje, especialmente na relação de uma mãe e seus filhos. No texto acima Deus compara o seu amor ao amor de mãe. Ele pergunta se uma mãe tem capacidade de abandonar seu filho pequeno, reconhecendo a quase impossibilidade de isso acontecer. Claro que se isto acontecer, nosso Pai celestial afirma que jamais nos abandonará.

         Neste segundo domingo do mês de maio queremos reconhecer o amor das mães de nossa congregação para com seus filhos e aprender com elas a amar da maneira que Deus deseja que amemos uns aos outros.       

     

          Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

      

     

    Dia 21/05/2006

     

    OUSADIA BÍBLICA

     

         “E a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus” – Filipenses 1:14

     

         “E agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que  anunciem com toda a intrepidez a tua palavra, enquanto estendes a mão para fazer curas, sinais e prodígios por intermédio do nome do teu santo Servo Jesus. Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a Palavra de Deus.” - Atos. 4:29-31

     

          Ousadia bíblica é comunicar de maneira clara e sem medo. Não deve ser confundida com uma personalidade agressiva ou desagradável. Ela é um dom que deve ser perseguido por todos os crentes. Nós pedimos e recebemos ousadia de Deus, conforme o exemplo citado no segundo texto acima.

         A ousadia no Novo Testamento não é encontrada em lugares tranqüilos e seguros, mas em lugares onde a Palavra de Deus precisa ser   cortante, para penetrar no coração e na mente das pessoas com quem o discípulo de Jesus se relaciona.

         Deus utiliza nossa ousadia para atender a Seus propósitos, nossa própria fraqueza é um meio para Deus provar Sua força.

         Todos nós podemos defender o que é correto, mesmo diante de ferrenha oposição. Assim, receberemos a bênção e o favor do Senhor.                                        

       

          Jilsom Cardoso Sampaio (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 28/05/2006

     

    SABEDORIA PARA VIVER

     

         “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” - 2 Timóteo 3:16-17

      

         Hoje é um dia especial em vários sentidos. É domingo, Dia do Senhor quando, há séculos, os cristãos se reúnem para seu dia especial de comunhão, edificação   mútua, instrução na Palavra de Deus e,  principalmente, celebração a Deus pelo   sacrifício, morte, ressurreição e exaltação de Seu Filho Jesus. É domingo, dia da  ressurreição de nosso Mestre.

         Hoje também é um dia especial porque há vários anos o corpo de Cristo guarulhense se reúne para um momento maior de comunhão através de nossos almoços de confraternização.

         E, finalmente, é especial porque é o dia da formatura dos casais participantes do curso “Casados para Sempre”, ocorrido entre 03 de fevereiro e  19 de maio deste ano.

         Durante esse período, eles aprenderam como ter um casamento melhor, que é a vontade de Deus para a vida de seus filhos.

         As Escrituras Sagradas nos mostram como viver melhor em todas as áreas da vida. Ela é útil, como ensina o texto acima, para que todo homem e toda mulher sejam preparados para toda boa obra. Assim, podem viver melhor neste mundo, sem esquecer a promessa que existe de uma vida perfeita na eternidade. A Palavra é para ser amada, apreciada, lida, conhecida e, principalmente aplicada na vida.

         Parabéns Luciano e Lurdes, Manoel e Gilda, Marcelo e Beth, Jilson e  Ducinéia e Gilnor e Fátima por desejarem ter o casamentos que Deus quer.

         Que nas reuniões da Família à partir de 08 de julho vocês compartilhem conosco tudo o que aprenderam do Senhor.                            

        

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

     

     

     

     

     

    Sermões - Abril de 2006

    Dia 02/04/2006

     

    GRAÇA E MISERICÓRDIA

     

     

         “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.” - João 1:17

     

        Graça e misericórdia são gêmeas fraternas que se iniciaram na mesma pessoa, brotaram da mesma fonte e apareceram simultaneamente, apesar de não serem idênticas.

         A misericórdia não nos dá o que merecemos, a graça nos dá o que não merecemos.

          Graça denota benevolência, bondade e benefício. Evoca de alguém superior oferecendo favor ao inferior que não o merece.

         A graça do Senhor inclui favor imerecido, aceitação inesperada e amor incondicional. Jesus é o doador da graça (João 1:14-17).

         Uma pequena amostra desse dom da graça inclui adoção, direito a herança, cidadania divina, santidade, acesso a Deus e perdão. O pecado não é impedimento para a graça de Deus.

          Não importa o impacto do pecado, a graça de Deus é mais poderosa (Romanos 5:20).

         Deus é um Deus doador. Ele nos dá por causa de seu amor e ama dar. A graça é um dos seus maiores prazeres (Efésios 1:5, 9).

     

     

          Jilson Cardoso Sampaio (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 09/04/2006

     

    ELES ESTAVAM JUNTOS

     

         É domingo, este é o dia da ressurreição de Cristo, as Escrituras falam que bem cedo as duas marias foram ao túmulo e se encontraram com Jesus já ressuscitado (Lc. 24:1-2). E desde aquele surpreendente domingo, os adoradores de Deus durante todos os séculos e em todos os lugares “se juntam”; eles são o povo de Deus.

         “Todos os que creram estavam juntos” (At. 2:44). Havia um deliberado empenho de tempo e recursos para cultivarem aquela proximidade; “Juntos” era o desejo deles. E quando por fraqueza ou qualquer outra razão esqueciam de tão importante prática eram firmemente lembrados “Não deixemos de congregar-nos” (Hb. 10:25).

         Por quais motivos os cristãos eram firmes em sua freqüência às reuniões? Eles seguiam o exemplo de amor de seu mestre: “Cristo... amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef. 5:25). Se Jesus amou a igreja então eles deveriam  amá-la. E o amor deles  se mostrava quando se reuniam para a adoração a Deus; para receberem instrução e fazerem planos de ação na busca de expansão do Reino de Deus.

         Quais são algumas práticas de amor concreto à igreja que Cristo amou?

         1. Se organizar no dia anterior para estar descansado, com energia para a reunião.

         2. Chegar uns quinze minutos antes da reunião, para ajudar a preparar o ambiente, receber as pessoas mais necessitadas de encorajamento e apoiar o líder.

         3. Lembrar que em qualquer ajuntamento Deus é o foco e não o adorador. Quando Deus é o foco o serviço flui muito melhor.

         4. Cuide que o seu sacrifício de presença seja acompanhado do sacrifício de lábios para o Senhor e o seu próximo. (ouça mais)

         5.Olhe para as pessoas, dê a preciosa atenção; esta é uma mercadoria cara.

         6. Trabalhe intensamente na harmonização de corações e mentes; esta é a parte da reunião mais difícil de se fazer. 

         7. Quando puder falar, diga palavras de ânimo, de alegria e de esperança em Deus; existem poucos capazes de fazer isso.

         Os primeiros cristãos sempre estiveram juntos e se esforçavam ao máximo para se reunirem. E quando se ajuntavam, o produto que saia era a glória para o Pai Celeste; e Deus sendo glorificado todos ganhavam! Recebiam forças, alegria, sabedoria para enfrentar a vida; esperança para as crises; vida emocional saudável e desenvolvimento de sua salvação.

     

         Vanderlei Calixto (Vila Maria, São Paulo/SP.)

     

     

    Dia 16/04/2006

     

    SACRIFÍCIO VIVO

     

         “...Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta, ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou...” - Gênesis 4:4b-5a

     

         “Porém o rei disse a Araúna: Não, mas eu te comprarei pelo devido preço,    porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocausto que não me custe nada. Assim, Davi comprou a eira e pelos bois pagou cinqüenta ciclos de prata” - 2      Samuel 24:24

     

         Por que fazer questão de participar de todas as reuniões da igreja possíveis?

         Na semana passada ouvimos sobre o domingo, Dia do Senhor, e de como os cristãos do primeiro século faziam questão de estarem juntos.

         E as demais reuniões? De quarta-feira, de sexta-feira, de sábado e atividades extras, nas quais podemos participar?

         O que nos atrapalha é que pensamos na participação, às vezes, como meros expectadores. Imaginamos que somente os que estão dirigindo (os cânticos, a ceia e a coleta, o sermão) são os participantes. Na realidade toda a igreja participa (com ou sem seu entusiasmo, sua palavra de edificação, suas vozes...)

         Na realidade, quando estamos participando de uma reunião da igreja, estamos sacrificando ao Senhor. No Velho Testamento o adorador oferecia animais, dinheiro ou cereais como sacrifício (Dt. 14-16). Na nova aliança nós somos o sacrifício vivo a Deus (Rm. 12:1). Quando fazemos questão de estar com os irmãos, além de demonstrarmos amor uns aos outros, estamos sacrificando tempo, dinheiro (no ônibus, com gasolina, etc), deixando de ganhar dinheiro (quando podemos recusar um trabalho no horário das atividades), algumas horas de sono ou de descanso. Até mesmo os pais de crianças pequenas, quando fazem questão de não permitir utilizá-las como justificativa (exceto, claro, no caso de estarem doentes), sacrificam um pouco de seu bem estar, pois terão um sacrifício extra de cuidar, acalmar e disciplinar seus filhos.

         Ao nos reunir só ganhamos. Nos edificamos com os cânticos e as mensagens,    amamos uns aos outros e, principalmente, oferecemos nosso próprio ser como sacrifício vivo e agradável a Deus

         Assim seremos adoradores como nosso Pai deseja. 

     

          Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

      

    Dia 23/04/2006

     

    ESCOLHIDOS PARA DAR FRUTOS

     

         “Não fostes vós que escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós    outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” - Jo. 15:20

     

         “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vista ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo ” - Ef. 4:11-12

     

         Por que alguns irmãos fazem questão de estarem presentes em todas as reuniões da igreja, quando surge alguém precisando de ajuda, são os primeiros a oferecer  ajuda ou quando precisam sacrificar seu tempo, dinheiro e conforto ensinando uma aula bíblica, estão mais que dispostos?

         A resposta está no primeiro texto acima. Estes entenderam que, uma vez discípulos de Jesus, seu papel é, como ramo, permanecer na videira que é o próprio Mestre e receber dela o seu amor. Com o amor que recebem do Senhor, se dispõem a amar ao próximo, amor este, fruto de permanecerem em Jesus. Em João 15 , o verbo permanecer e suas conjugações aparecem 11 vezes, mostrando que o segredo de ser um discípulo fiel é um comprometimento em primeiro lugar com o Senhor.

         No mesmo texto, Jesus adverte aqueles que não permanecerem e como conseqüência, se tornarem infrutíferos: como ramos, serão cortados, lançados fora, secarão, serão lançado ao fogo e em seguida queimados.

         Os cristãos que permanecem na videira verdadeira e no seu amor, aspiram servir a Jesus da melhor maneira possível (1 Tm. 3:1) e são estes que utilizam os dons dados por Deus para ajudar na edificação do corpo de Cristo, para que os irmãos sejam discípulos maduros, que sabem no que crêem e, assim, podem compartilhar a boa nova com o mundo sedento de Deus (segundo texto).

         Todo seguidor de Jesus é escolhido para dar frutos. O amor é o fruto dado por Deus. E amando, seu desejo é compartilhar com os irmãos, por isso faz questão de estar presente na reuniões da igreja, deseja evangelizar, ajuda os que precisam (sejam irmãos em Cristo ou não) e é o primeiro voluntário quando surge uma necessidade. Que todos sejamos assim!                                        

     

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

      

     

    Dia 30/04/2006

     

    O CHAMADO

     

          “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” - Mateus 11:28-30

      

         O convite de Jesus é um chamado direto para segui-lo.

         Como vemos no texto acima, Jesus chama o homem para, primeiro, ter um relacionamento com ele, de forma pessoal e abundante. Por isso Ele diz: “vinde a mim”.

         Quando Jesus fez o convite à    multidão, sabia que tinha condições de satisfazer suas necessidades. Ele é a fonte certa, como disse: “todas as coisas me foram entregues  por meu Pai” (Mateus 11:27). Por isso, Jesus pode fazer tal convite.

         O convite de Jesus é dirigido a uma classe de pessoas, “todos os que  estais cansados e oprimidos. Jesus olhou para a multidão e viu um Povo  cansado, oprimido, entediado pelas duras obrigações religiosas impostas por líderes que tinham perdido a noção do verdadeiro relacionamento com Deus.

         Que todos nós experimentemos plenamente o alívio, o descanso prometido por Jesus e que possamos aprender dEle, que é o Mestre da verdade e que não impõe sobre nós um jugo insuportável. Amém!    

     

         Gilnor Cardoso Sampaio (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

    Sermões - Março de 2006

    Dia 05/03/2006

     

    A REALIDADE DO INFERNO

     

     

    “E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na  vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga. E, se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga. E, se um dos teus olhos te faz        tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois, seres lançado no inferno, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.” - Marcos 9:43-48

     

         Este não é um assunto muito popular e mal compreendido. O que muitos dizem a respeito do inferno? Para uns, fantasia, para outros, uma lenda ou uma invenção e, para muitos religiosos, um lugar onde somente vão as pessoas muito más.

         E a bíblia? O que diz a respeito do inferno?

         No Velho Testamento o inferno era o destino dos mortos. Não havia muito esta idéia de eternidade ou sofrimento eterno.

         E no Novo Testamento, o que aprendemos? Jesus falou muito sobre este assunto.

         Vamos ver o que Jesus ensinou sobre a vida eterna e o castigo eterno.

         Mt 5:22 - há uma clara advertência da possibilidade daquele que não perdoa seu irmão ter como conseqüência o inferno. Nos versículos 29 e 30 este pensamento é completado quando Jesus ensina que o pecado deve ser extirpado da vida do seu  seguidor com as frases: “arranca” o olho que faz pecar e “corta” a mão que faz tropeçar. Esta idéia é repetida no capítulo 18, versículo 9.

         Mt. 10:28 nos incentiva a não temer os homens, que podem matar somente o  corpo físico, mas a Deus que pode tanto matar o corpo como fazer perecer a alma no  inferno, idéia repetida em Lc. 12:5. Já em Mt. 23:15,33 Jesus condena a hipocrisia dos fariseus, que os fazia merecedores do inferno, bem como seus seguidores. 

         E Jesus encerra seu ministério falando do grande julgamento em um de seus    últimos sermões (Mt. 25:25,41 e 46), que mandará para o inferno aqueles que não amarem seu próximo.

         Diante de tudo isso, qual é a sua resposta???

     

          David Meadows (Centro, Guarulhos/SP.)

     

     

     

    Dia 12/03/2006

     

    EVANGELISMO - COMUNHÃO E CRESCIMENTO

     

     

         “Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Niger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” - Atos 13:1-3

     

         Este mês estamos falando sobre evangelismo, a missão maior da igreja, a mesma missão de seu Mestre Jesus, buscar e salvar o perdido.

         Por que evangelizar? Na semana passada estudamos sobre a realidade do inferno, um bom motivo para compartilharmos a boa nova. Ele existe, fomos livres pelo sangue de Jesus e não desejamos que os parentes e amigos o tenham como destino.

         No entanto, este não deve ser o principal motivo. Hoje aprenderemos nos capítulos 13 a 16 de Atos que evangelizar gera no servo de Deus crescimento espiritual e aumenta a comunhão entre os discípulos de Jesus.

         Se queremos evangelizar, precisamos estar prontos em pelo menos cinco pontos:

         1. Precisamos depender de Deus, Ele é o Senhor da igreja, é Ele quem convence o pecador de seu estado e também quem nos dá poder para compartilhar a boa nova.

         2. Vamos enfrentar perseguições externas, o discípulo fiel vai ser perseguido por causa de sua fé (Atos 14:22 e Filipenses 1:29).

         3. Vamos ter desânimo interno, sempre haverá irmãos em momentos de desânimos quando os animados não podem desistir, mas continuar, sendo modelo.

         4. Nossa mensagem será rejeitada pela maioria, é o princípio da parábola do   semeador, 4 X 1, poucos aceitarão o evangelho. Mas, sempre haverá interessados.

         5. Vamos enfrentar oposição interna, isto é, por causa dos métodos do trabalho evangelístico, pode haver discordância, como houve entre Paulo e Barnabé. Esta discordância não pode ser tomada como motivo para desistir. Paulo e Barnabé não trabalharam juntos, mas formaram, ao invés de uma, duas frentes de evangelismo.

         Ao passarmos por todos estes desafios, nossa fé será fortalecido, haverá crescimento numérico e espiritual e uma união cada vez maior para falar e viver o evangelho. Que assim seja!

     

          Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

     

    Dia 19/03/2006

     

    EVANGELISMO PESSOAL

     

         “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” - Jo. 14:6

     

         “E não há salvação em nenhum outro porque abaixo dos céus não existe nenhum outro nome dado entre os  homens pelo qual importa que sejamos salvos.” - At. 4:12

     

         Precisa mais? Sim: 1 Co. 3:11, Mt. 28:18-20, Gl. 1:6 e Jo. 3:5,  bem como os  resultados de obedecer o “Ide e pregai”, ou seja, conversões: At. 8:26-40 (do eunuco), At. 10 (de Cornélio) e At. 9:10-19 (do próprio apóstolo Paulo).

        Estamos falando do evangelismo pessoal e não poderíamos deixar  de mencionar este método que o Mestre Jesus utilizou para os doze homens que escolheu.  Basta obedecer o “Ide de Jesus”. Não adianta falar: “Está escrito em tal lugar da Bíblia” ou “tem uma passagem que diz isto..”, precisa mostrar  a Palavra pessoalmente. Não somos nós quem vamos convencer, as palavras não são nossas, a autoridade não   procede de nós. É como Jesus nos dizer: “você não vai sozinho, estou contigo”. Mesmo assim muitas vezes nós não vamos, limitamos o Ide de Jesus, criamos barreiras contra o mandamento de Cristo, como: “não serei ouvido”, “não tenho coragem”, “não tenho tempo”, “não é meu dom...”

         Uma das barreiras é a acepção de pessoas, como Pedro fez quando foi escolhido para ir até a casa Cornélio: “eu já falei para tal pessoa sobre o evangelho, porém já faz mais de dez anos que falei com ela e nunca mais tocamos no assunto”.

         Já imaginou se as pessoas desistissem de nós tão facilmente assim? É da vontade de Deus que todos sejam salvos. O que estamos fazendo para que isto aconteça?

         Mateus termina citando palavras confortantes e fortalecedoras de Jesus que veio à Terra para ser Deus conosco, Deus comigo, com você. Onde quer que estejamos Ele estará conosco até a consumação do século.   

     

          Maurício Ortega (Centro, Guarulhos/SP.)

     

     

     

    Dia 26/03/2006

     

    UMA IGREJA QUE EVANGELIZA

     

     

         “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de pregar Jesus, o Cristo.” - Atos 5:42

     

         Quero expor 6 idéias extraídas da bíblia que pode fazer da igreja nos Pimentas uma igreja  evangelística. Se queremos evangelizar, precisamos:

         1. Nos conscientizar de que o mundo sem Jesus está perdido (Mt. 9:36). Assim Jesus enxergava as multidões que o seguiam de forma descompromissada. Temos tantas pessoas ao nosso redor (trabalho, família, escola...) que ainda não conhecem o Jesus bíblico e precisamos apresentá-lO a essas pessoas.

         2. Semear - é um princípio bíblico. Se falarmos, muitos vão nos recusar, mas alguns vão nos ouvir (Jo. 15:20). De quatro sementes lançadas, uma poderá germinar (Mt. 13:1-9). Falando de Jesus para muitas pessoas, algumas se interessarão. Falando para poucas ou nenhuma, ninguém será salvo. Este ano queremos evangelizar através de folhetos, do grupo CASA, da Escola da Bíblia, dos estudos nos lares, do evangelismo pessoal, etc. Estes métodos, somados, podem dar bons resultados.

         3. Conscientizar uns aos outros - é um trabalho demorado, de médio a longo prazo. Sempre haverá irmãos interessados em evangelizar. Contagiar a igreja como um todo é o mais difícil.

        4. Descobrir nosso papel no reino - O que eu faço bem? Seria ensinar ou acompanhar uma aula individual? Receber bem os visitantes? Escrever cartas?

         5. Viver como família de Cristo - as pessoas, de início, não estarão muito interessadas se pregamos a doutrina correta. Os que as atrairá será perceberem que existe um genuíno amor que nos une, o amor de Cristo (Jo. 13:33-36).

         6. Oferecer tratamento - muitos chegam na igreja cheios de problemas (casamentos desfeitos, filhos rebeldes, desemprego, falta de alvos na vida...). A igreja, além de mostrar Jesus, deve estar pronta para   ajudar. É para isso que alguns irmãos, por exemplo, estão fortalecendo seus casamentos no curso “Casados para Sempre”. Para mostrar que Jesus é poderoso para dar uma vida melhor.

         Que Deus faça de nós, uma igreja evangelística. Amém!

     

          Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Sermões - Fevereiro de 2006

    Dia 05/02/2006

     

    CUIDANDO UNS DOS OUTROS

      

     

         “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimular ao amor e às  boas obras. Não deixemos de congregar como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” - Hebreus 10:24-25

     

         Estamos rumo à Jerusalém celestial, a morada que o Senhor Jesus está preparando para nós (João 14:1-3). Seu desejo é que todos nós, sem exceção, cheguemos lá.

         Durante este mês, vamos ouvir mensagens que nos incentivarão a continuar vivendo por fé, mesmo nas tribulações da vida.

         A bíblia, no entanto, fala da possibilidade de um discípulo de Jesus abandonar o Mestre. Há textos que nos advertem a não nos desviarmos (1 Coríntios 10:12, Hebreus 6:4-6) e outros que falam de pessoas que se desviaram (Gálatas 5:4 e Tiago 5:19-20). Em nossa jornada alguns desanimam, outros caem e outros têm momentos de fraqueza espiritual.

         Por isso fazemos parte do corpo de Cristo. Pra nos ajudar e incentivar. Precisamos amar de maneira prática.

         Hoje falaremos sobre três idéias que precisam estar em nossa cabeça quando    pensamos que somos família de Deus:

         Somos responsáveis uns pelos outros - quando alguém está faltando aos cultos, ou mesmo antes disso, com problemas na sua vida, precisamos ter a sensibilidade de estarmos juntos, oferecendo nossa ajuda, nosso apoio e nosso amor.

         Precisamos ter relacionamentos íntimos - não dá para ter intimidade com todos os irmãos, mas cada um de nós precisa ter 2 ou 3 irmãos com que possa compartilhar nossas derrotas, tristezas, bem como confessarmos nossos pecados.

         Precisamos ir imediatamente atrás de um irmão que está se afastando. Às vezes ficamos temerosos da reação do irmão. Requer coragem e ousadia. Quem ama possui esses ingredientes de sobra.

         Quando Jesus voltar os fiéis participarão daquela grande festa espiritual. E o Seu desejo é que todos os irmãos aqui dos Pimentas esteja lá celebrando nossa entrada na morada. Que sejamos zelosos para que, no que depender de nosso amor pelos irmãos, nenhum se perca.                                                               

     

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

     

    Dia 12/02/2006

     

    FÉ NAS PROMESSAS DE DEUS. VOCÊ ACREDITA?

     

     

         “Ora, a fé a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” - Hebreus 11:1

     

         O texto acima define o que é fé. Mais do que uma simples definição, a fé é a    plena convicção nas promessas de Deus (Rm. 4:20-21), é uma obra do próprio Deus (Jo. 6:29), tem origem no coração (Rm. 10:9-10), é obediente a Palavra de Deus  como vemos na galeria dos heróis da fé de Hebreus. Viver por fé é andar pelo que cremos e não pelo que vemos (2 Co. 5:7).

         A fé bíblica sempre é produzida pela Palavra de Deus, através da pregação. Necessitamos de uma fé obediente para não morrermos em nossos pecados e alcançarmos salvação e justificação.

         Mas esta fé não é uma fé em qualquer coisa, mas uma fé no próprio Deus, o Todo-Poderoso, aquele que tudo pode (Mt. 19:16). Aquele que se aproxima de Deus deve crer que Ele existe e é galardoador (recompensador) daqueles que O buscam.

         Quero terminar citando o que Deus pode fazer na vida daquele que crê:

         1. Ele pode salvar, uma vez que Jesus veio para salvar o perdido (Lc. 18:17). Ele é poderoso para salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus (Hb. 7:25).

         2. Ele pode guardar, é poderoso para nos guardar de todo o mal (Sl. 121:7), nos guarda por onde quer que andarmos (Gn. 28:15).

         3. Ele pode socorrer, aos que são tentados (Hb. 2:18), nos ouviu e socorreu no momento oportuno da salvação. Socorreu os amigos de Daniel da fornalha ardente (Dn. 3).

         4. Ele pode subordinar, todos confessarão que Jesus é Senhor (Fp. 2:9-11).

         5. Ele pode conceder graça, temos recebido graça sobre graça (Jo. 1:16).

         6. Ele pode fazer muito mais do que pedimos (Ef. 3:20).

         7. Ele pode livrar de todo o mal.

         8. Ele pode cumprir suas promessas, um dia buscará Sua igreja.

         9. Ele pode guardar o tesouro da alma (2 Tm. 1:12-14).

       10. Ele pode libertar, já nos libertou dos pecados, somos livres.

                                                                                                         

         Ademir Rodrigues (Centro, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 19/02/2006

     

    FÉ NO CUIDADO DE DEUS NO DIA A DIA

     

     

         “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre Ele a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” - 1 Pedro 5:6-7

     

         Deus tem cuidado de nós. Será que confiamos nisto?

         O que é fé?  É crer em algo que não vemos (Hb. 11:1). Deus repartiu a fé a cada um (Rm. 12:3). Há dois tipos de fé: fé para a morte, em santinhos, em dinheiro, em times de futebol e fé para a vida, quando entregamos a nossa vida a Deus, confiando nele. Será que a nossa fé é suficiente?

         Para que termos fé? Um dos motivos é porque precisamos dela para perdoar as pessoas ao nosso redor (Lc. 17:3-5). Os discípulos pediram mais fé quando ouviram sobre a necessidade de perdoar ao próximo.

         A fé começa pelo ouvir (Rm 10:14-15), depois cresce através do estudo, oração, obediência e boa vontade. Somos salvos mediante a fé (Ef. 2:8-9), salvação esta que é dada por Deus, mas a fé é demonstrada pelo trabalho, pelas obras, depende de cada um de nós. É uma só fé que nos anima, nos dá força, esperanças, alegrias em Deus. Existe um só Deus, um só criador, uma única fé verdadeira (Ef. 4:1-6)

         Como a fé age em nós? Atua pelo amor (Gl. 5:6), opera juntamente com as obras (Tg. 2:22) e serve como escudo para nos proteger (Ef. 6:16).

         A nossa fé é suficiente? Podemos utilizar o “termômetro” da fé.

         Madura (Lc 7:9) “Nunca vi fé como esta!”, exclamou Jesus. At. 6:5, Estevão, um homem cheio do Espírito Santo.

         Quente-forte (Rm 4:20-21) Pela fé Abrão se fortalecia. Ef 6:10 e 16 devemos ser fortalecidos, embraçando o escudo da fé.

         Morna-crescendo (Lc 17: 5-6) A fé forte move montanhas. Pouca fé (Mt 14:30) Pedro começou a fracassar.

            Fria-fraca (Lc 8:13) Tiveram fé, logo caíram. A morta (Tg. 2:26), sem obras.        

         Cuidado, pelos frutos conhecereis a qualidade da planta.

         Que deixemos o Espírito Santo produzir as mudanças necessárias nas   nossas vidas.     

     

         David Meadows Jr. (Centro, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 26/02/2006

     

    É ENTREGA TOTAL AO SENHOR

     

         “Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer   livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.” - Daniel 3:16-18

     

         Estas palavras foram ditas pelos três amigos de Daniel quando ameaçados serem jogados na fornalha de fogo caso não adorassem a estátua de ouro construída pelo rei da Babilônia, Nabucodonosor. São palavras que demonstram uma fé como poucas, fé no Senhor independente até mesmo de sua ação, uma fé que revela um profundo conhecimento e comunhão com Deus.

         Durante este mês estamos falando da idéia de que o filho de Deus vive por sua fé, ou seja, daquilo que crê, apesar de muitas vezes não ver (1 Co. 4:18), da crença em Deus e que Ele recompensa a quem O busca (Hb. 11:6).

         A fé dos amigos de Daniel é o exemplo que estudaremos hoje, uma fé madura, que não depende mais de sinais (1 Co. 13:8-10), que deseja agradar ao Todo-Poderoso pelo que Ele é e não apenas pelo que Ele faz.

         E deste tipo de fé, irmãos, que precisamos desenvolver. Uma fé que nos leva a arriscar nosso conforto, a nossa segurança e, se necessário, até nossa vida, para viver agradando a Deus. De um lado crer, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que Deus é poderoso para agir nos momentos mais difíceis de nossas vidas, que Ele   intervém e abençoa aqueles que se arriscam em servi-lo. Mas, por outro lado, agir em obediência, independente daquilo que o Senhor fará, pois deseja apenas agradar-lhe, uma vez que já tem uma profunda experiência de Seu amor e Seu cuidado.

         Quem tem este tipo de fé segue Jesus independente dos milagres que Ele pode fazer e dos pães e peixes que pode multiplicar. É o discípulo que vive em obediência apenas por amor ao seu Mestre, que já se acostumou a entregar totalmente sua vida nos braços do Pai nas diversas áreas, seja. financeira, emocional, física, serviço...

         Que possamos, a cada dia, aprender a descansar nos braços eternos de Deus, nosso amado Pai celestial.

     

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

     

     

     

     

     

     

    Sermões - Janeiro de 2006

    Dia 01/01/2006
     
    O “PORÉM” DO FILHO DE DEUS

     

     

    Davi muito se angustiou, pois o povo falava de apedrejá-lo, porque todos estavam em amargura, cada um por causa de seus filhos e de suas filhas; porém Davi se  reanimou no Senhor, seu Deus” - 1 Samuel 30:6

     

         Você já passou por um momento onde sua vontade foi chorar, chorar e, para variar, chorar? Uma situação difícil, quando parecia que o mundo desabou, que seus planos e sonhos estavam acabados? Eu já passei por esta experiência e é muito dolorida e desesperadora.

         No texto acima vemos Davi vivendo esta situação durante o tempo em que esteve fugindo do rei Saul. Ele, juntamente com seus homens, habitavam uma cidade chamada Ziclaque e, voltando de suas lutas tinham encontrado a cidade arrasada pelos amalaquitas, bem como suas mulheres e filhos levados cativos.

         Foi um dia de angústia e o texto diz que Davi e seus homens choraram “até não terem mais forças pra chorar” (vs. 4), numa demonstração de desespero. Como líder daquele grupo, Davi sofreu ainda mais pois seus liderados falavam em matá-lo, uma vez que entendiam ser ele o responsável por aquela situação. O que fazer num momentos desses? Se desesperar também? Achar um outro culpado? Dar cabo da própria vida?  Confesso que fico com um nó na garganta quando leio o final do versículo 6. Sim! Davi estava muito angustiado, porém, “na sua angústia ele se  reanimou no Senhor”.

         Sabe irmãos, este é o diferencial do filho de Deus, daquele que vive do que crê, não daquilo que está vendo. O homem e a  mulher que têm Deus como seu forte   refúgio também fica desanimado, também chora de tristeza, também sofre...

         No entanto, para aquele que teme a Deus existe um “porém” em sua vida. E este “porém” acontece quando nos momentos difíceis, deixamos de fixar nossos olhos nas dificuldades e nos problemas e passamos a olhar atentamente para o Todo-Poderoso.   

         Que neste ano que se inicia, a cada dia, Deus seja o “porém”, em nossas vidas, aconteça o que acontecer, quer estejamos sorrindo ou chorando.

          Feliz 2006, vivendo por fé e na fé.

     

           Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 08/01/2006

     

    RUMO À TERRA PROMETIDA

      

    Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou... Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego da vida, e o homem passou a ser alma vivente” - Gênesis 2:4,7

     

         Sou fiel a Jesus porque fui criado por Ele e para Ele.

         Jesus é a fonte de água da vida, Ele prometeu dar-me de beber dessa água que me levará para a vida eterna (João 4:14).

         Jesus é a ressurreição, Ele me garante uma vida eterna ao Seu lado (João 11:25).

         Ao vencer a morte, ressuscitando dos mortos, Jesus abriu uma grande oportunidade para que eu também vença a morte e HOJE é o dia desta grande oportunidade.

         Mas preciso decidir permanecer firme no Senhor, ao contrário do que fez o povo de Israel em sua peregrinação pelo deserto. Eles foram libertos da opressão egípcia e por sua falta de fé peregrinaram 40 anos no deserto, passando por muitas dificuldades e várias provações de sua fé. Muitos desanimaram, deixaram a promessa e morreram sem chegar ao seu destino.

         Mais de 3.000 anos se passaram e hoje tudo se repete. Éramos escravos do pecado, fomos libertos pelo sangue de Jesus e no tempo de hoje é como se estivéssemos no deserto, caminhando para a terra prometida celestial.

         Nesse deserto, todos nós somos provados e, podemos decidir se vamos entrar ou não no descanso de Deus. Se obedientes, entraremos na terra prometida por causa de nossa fé e obediência. Se formos desobedientes, poderemos ficar no meio do caminho, como os israelitas no Velho Testamento, e não entrar no descanso de Deus.

         Precisamos continuar crendo em toda a Palavra de Deus, não desistindo, mesmo no meio de provações e tribulações.

         Creio em toda a Palavra de Deus. Que você, irmão, faça o mesmo!

     

          Jilson Cardoso Sampaio (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

                                                                       Dia 15/01/2006

     

    TRANSFORMANDO HÁBITOS

     

     

    E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” - Romanos 12:2

     

            "Gosto muito de uma história do pequeno garoto que caiu da cama. Quando sua mãe perguntou-lhe o que havia acontecido, ele respondeu: Eu não sei. Acho que fiquei muito perto do lugar onde subi." - trecho do livro "Quando Deus sussura o seu nome", de Max Lucado, Editora CPAD, página 117

     

         É fácil ocorrer o mesmo quanto à nossa fé. É tentador ficarmos apenas como   chegamos e nunca nos movermos. Um dia declaramos Jesus como Senhor eterno de nossa vida. Talvez há um, dois, cinco, dez anos. E agora, como está nossa fé? E nossa vida de oração comparada à época de nossa conversão? E a freqüência aos cultos dominicais e reuniões com a igreja? E a oferta? Aumentaram ou diminuíram? Podemos afirmar que temos crescido no estudo bíblico e na devoção ao Senhor?

         Hábitos. Todos nós temos e eles, em si, são neutros, nem bons, nem ruins. Segundos estudos, basta repetirmos uma atitude por 16 semanas para que ela se tornem um hábito.

         No início do ano prometemos muito. Que aquele regime será reiniciado. Que o tempo negligenciado de nossos amados lhes será devolvido generosamente. Que vamos orar mais, ler a bíblia mais e evangelizar. Falamos com sinceridade. Mas, ela não basta. A tendência é no meio do ano abandonarmos a maioria  desses projetos.

         Por isso a Palavra de Deus fala de transformação (no original metamorfose). Somente transformados podemos adquirir novos hábitos: chegar no horário, falar bem do  próximo, ter comunhão com os irmãos fora do prédio da igreja, ler e estudar a bíblia, orar, ofertar generosamente, entre outros. São bons hábitos que evitarão que, como na ilustração acima, fiquemos no mesmo lugar por onde “subimos”, ou seja, vivendo da mesma maneira que vivíamos quando nos convertermos, mas “crescendo em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15).

        Que este seja o desejo e nossa maneira de viver em 2006.

     

          Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 22/01/2006

     

    RELEMBRANDO NOSSA MISSÃO

     

     

    Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” - Lucas 19:10

     

         Quando declaramos Jesus como Senhor de nossas vidas tudo deve mudar: nossas  atitudes, nossos alvos, nossa maneira de viver e, principalmente, nossa missão.

          A pessoa sem Jesus costuma escolher uma das áreas de sua vida e fazer dela sua missão: pode ser a profissão, tornar-se famoso, ter muito dinheiro ou possuir muitos bens materiais. Ela olha o mundo como se este fosse eterno.

          O discípulo de Jesus, no entanto, abraça a missão de seu Mestre. E Cristo teve de continua tendo uma única missão: buscar e salvar o perdido.

          E esta também deve ser a nossa missão. Um dia estaremos com Jesus nos lugares celestiais e nossa missão é levar o maior número de pessoas conosco. E como imitadores do Senhor, precisamos demonstra-la através de nosso viver.

          O discípulo de Jesus não vive para trabalhar, mas trabalha para ganhar o seu  sustento e de sua família, além de ajudar a quem precisa. Também aplica o seu dinheiro na evangelização de seu bairro ou de sua cidade.

          O servo fiel deseja dar uma boa formação profissional para seus filhos, mas não abre mão de fazer deles verdadeiros discípulos de Jesus.

          Ele também luta para ter sua casa própria, ter seu carro, enfim, bens materiais. No entanto, para consegui-los, ele não sacrifica sua vida espiritual. E não os utiliza de maneira egoísta, mas como bênçãos de Deus para abençoar a vida do próximo.

          O verdadeiro cristão vive neste mundo, mas sua mente está voltado para seu verdadeiro lar, a Jerusalém celestial. Ele sabe que tem um papel no reino de Deus e seu desejo é cumpri-lo, independente de receber elogios dos irmãos em Cristo, pois almeja receber o elogio que tem valor eterno: “Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel no pouco, sobre muito te colocarei; entra na alegria de teu Senhor.” (Mt. 25:23)

          Assim é o filho de Deus. Entende que este mundo não é eterno e assim investe em valores espirituais. Ele olha as pessoas perdidas ao seu redor e testemunha Jesus com sua vida e suas palavras. Serve ao próximo, pois assim aprendeu de seu Senhor: “Pois o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc. 10:45)

          Que seja esta nossa maneira de viver! 

     

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)

     

     

    Dia 29/01/2006

     

    SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO

     

          Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte” - Mateus 5:13-14

     

         Sal da terra e luz do mundo: é desta maneira que o Senhor deseja que seus discípulos vivam, dando sabor e iluminando àqueles que se aproximam.

         No primeiro século, sem a comodidade de possuir uma geladeira, o sal tinha  grande importância para preservar e conservar os alimentos. Além disso, ele ainda hoje é o principal tempero. É só experimentar uma comida sem sal para vermos o quanto ele faz a diferença. Da mesma forma, tanto naquela época como nos dias de hoje a luz, seja natural ou artificial, tem muita importância para nos locomover, para encontrar o que procuramos, enfim, para nossa vida.

         É uma comparação perfeita que nos exorta a pensar sobre nossa maneira de viver, nosso comportamento, bem como a maneira como nos relacionamos. O fato de um dia termos declarado Jesus como Senhor, de termos nascido de novo da água e do Espírito deve fazer diferença quando comparados com o mundo que vivemos.

         O cristão deve ter uma moral inatacável (ele não é moralista no sentido de ser hipócrita, cobrar dos outros o que não faz), mas é uma pessoa pura de pensamentos, pura sexualmente, é honesto, faz questão de dizer a verdade e cumpre com suas   obrigações assumidas. Além disso, suas palavras transmitem graças àqueles que o ouvem, ele faz questão de não magoar seu próximo com aquilo que fala.

         Às vezes nos questionamos do porquê não evangelizamos mais. Um dos motivos pode ser porque nossos amigos, vizinhos e parentes não vêem diferença entre nossa maneira de viver e aquela maneira que eles vivem. E podem pensar: se é para viver assim (na impureza, sendo desonesto, falando palavrões, desejando e falando mal do próximo, querendo passar outros para trás e levando vantagem em tudo), não preciso ser cristão, basta ficar onde estou.

         Que nesta semana que inicia, em cada ato, em cada pensamento, possamos pensar: isto que estou fazendo, falando ou pensando faz de mim sal desta terra luz e luz deste mundo?                                      

     

         Valdir José da Silva (Pimentas, Guarulhos/SP.)