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August 31 Seminário da FamíliaSeminário da Família Com Antenor e Phylis Gonçalves Dia 25 de agosto de 2007 Num ambiente descontraído, no dia 25 de agosto, das 14:00 às 18:30 horas, ocorreu o Seminário da Família, com palestras ministradas pelo casal Antenor & Phylis Gonçalves. O tema foi "Felicidade na vida sexual" e contou com a participação de 11 casais, sendo 6 da igreja local (Agnaldo & Celma, Jilson & Ducinéia, Manoel & Gilda, Valdir & Silvia e William & Eliza, além de Éric & Ires, que têm frequentado os cultos conosco) e 5 casais da igreja no Centro (Alair & Jacy, Antonio & Alberice, Donizete & Raquel, Luiz Carlos & Antonia e Valdeci & Carla). Foi uma tarde muito agradável, na qual foi discutido de uma maneira bem humorada e responsável um assunto que é tabu para muitos. As quatro horas e meia foram insuficientes para que todos saíssem com todas as suas dúvidas esclarecidas, mas foi o primeiro passo para que tenhamos mais encontros para discutir o assunto. Agradecemos a todos os participantes e, em especial Antenor e Phylis pela dedicação e esforço em saírem de Itu para nos ministrar as palestras. Ao lado, você pode ver fotos dos principais momentos. Faltam apenas as fotos dos intervalos, as quais logo estarão no blog. Mensagem Dominical de 02 de setembro de 2007Tema: Olhando para Jesus... (carta aos Hebreus) - Final Renovando o nosso Compromisso por Valdir José da Silva “Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se de fato guardarmos firme até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos.” - Hebreus 3:14 “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” - Lucas 18:8b Esta é a sentença final da parábola de Jesus chamada “do juiz iníquo”. Ali o Mestre descreve a igreja como uma viúva desamparada que pedia proteção a um juiz injusto. Sua única arma, diante da frustração, era sua persistência e esta finalmente garantiu-lhe a justiça. Jesus pode estar sugerindo que às vezes as respostas de Deus parecem silenciosas e estranhas - como de um juiz desapiedado e injusto. Mas Ele é fiel para com aqueles que crêem. A questão essencial, no entanto, é: os cristãos persistirão na fé em tempos de frustração e desespero? Como foi adequada para a época em que foi escrita a carta aos Hebreus, esta pergunta continua sendo atual para a igreja nos dias de hoje quando nossa fé também é constantemente testada pelas adversidades da vida. Com esta mensagem, encerramos a série de 12 sermões baseados no livro de Hebreus. Gostaria, então, de ressaltar a mensagem desta Palavra de Deus para os nossos dias. No livro de Hebreus o termo “se” é importante, pois é uma condição para as bênçãos divinas (3:6 e 14). Precisamos perseverar (10:36) na caminhada cristã pois é certeza que haverá momentos em que nossa fé será provada e somente os perseverantes continuarão fiéis. Assim, o pregador, em todo o livro nos dá, no mínimo, três dicas: 1º O que Deus fez por nós - a mensagem do livro procura nos despertar para o que temos em Jesus Cristo: um apoio firme e inabalável, uma âncora para nossas almas, uma grande salvação, um intercessor eterno que se compadece de nó, um Deus que não mente, fiel, que cumprirá todas as suas promessas, entre outras bênçãos. Vejamos os seguintes textos: 4:14-15, 8:1, 10:19-23, 34, 12:27-28 e 13:14. 2º Qual será nossa resposta? - mesmo com tantas bênçãos, depende de nós correspondermos à altura, ficando firmes e nos colocando como instrumentos nas mãos divinas. O pregador diz que com tantas bênçãos, é incoerente abandoná-las. Daí o porquê ele dizer que a apostasia pode ser um caminho sem volta. Vejamos 6:1-8, 10:23, 10:26-31 e 36, 12:1. 3º A responsabilidade é coletiva - sozinhos, não seremos capazes de resistir ao dia mau. Mas, como família, um cuidando do outro (12:12-17), chegaremos a linha de chegada vitoriosos e encontremos nos esperando nosso líder que, por nós, “suportou a cruz”. Assim, a vida cristã é um constante renovar. É a cada dia acordar com a disposição de dedicar aquele ao Senhor. Temos tudo o que precisamos para permanecer fiéis até a morte. Mensagem Dominical de 26 de Agosto de 2007Tema Geral: Olhando para Jesus... (carta aos Hebreus) Fora do Arraial por Valdir José da Silva “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. Saiamos, pois a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.” - Hebreus 13:12-14 Conquistar este mundo para Jesus: é o desejo de todo cristão fiel. E, de fato, muitos têm se rendido ao senhorio de Jesus Cristo, transformando suas vidas. No entanto, olhamos ao nosso redor, vemos que fazer parte da igreja, pregar e viver os valores do cristianismo têm se tornado uma coisa estranha para muitos. Constantemente os valores cristãos são atacados através dos meios de comunicação como, por exemplo, a televisão através de suas novelas, as revistas pela nova psicologia, que prega a procura da felicidade, custe o custar, entre outros meios. Desta maneira, o cristianismo e seus valores (honestidade, respeito ao próximo e às autoridades, moralidade, etc.) se tornaram minoritários e, para muitos cristãos tem se tornado difícil defender as verdades bíblicas quando a maioria diz que tais valores são coisas do passado. O autor de Hebreus no capítulo 13 mostra àqueles irmãos cansados que o cristianismo bíblico nunca será popular e aceito pela sociedade porque seu fundador, o Senhor Jesus, foi rejeitado pela sociedade em sua época. Já no capítulo 12:2 ele dissera que Jesus suportou a vergonha da cruz para comprar a igreja. De fato, morrer na cruz era a pior morte. Agora, no capítulo 13, o pregador afirma que Jesus morreu fora da cidade ou do arraial o que, segundo a tradição judaica, o tornava impuro (Levítico 16:27). O evangelho foi tratado como loucura pelos sábios da época de Jesus (1 Coríntios 1:23). Jesus foi rejeitado pelo seu próprio povo, abandonado por seus discípulos, ficou na solidão. Isto precisava estar na mente daquele cristãos quando estivessem diante da necessidade de insistir em viver o cristianismo. O que esta mensagem diz para nós nos dias de hoje? Qual o nosso desafio? O versículo 13 diz “saiamos, pois a ele, fora do arraial, levando a sua vergonha”, ou seja, precisamos estar dispostos a, se necessário, ser rejeitados como Jesus o foi. O autor da carta termina dizendo: nossa cidade não é aqui, mas aquela que será permanente, nossa Jerusalém celestial. Caminhemos, juntos, ao seu encontro. Mensagem Dominical de 19 de Agosto de 2007Tema Geral: Olhando para Jesus... (carta aos Hebreus) Freqüentando a Igreja Por Gilnor Cardoso Sampaio “Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados e a Jesus, o Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão que fala coisas superiores ao que fala o próprio Abel.” - Hebreus 12:22-24
Muitas pessoas vão à igreja e usam esse tempo para voltar suas mentes para programar suas tarefas semanais. Essas pessoas acham o culto tedioso e cansativo. Por que ir então à igreja? Essa pergunta talvez não fosse feita em muitas comunidades nas gerações passadas porque supunha geralmente que a freqüência à igreja era importante. Mas agora muitos fazem essa indagação. Alguns sempre foram à igreja por simples hábito. Alguns nunca tomaram parte na vida da igreja e ficam se perguntando sobre o valor da freqüência. Para muitos, o comparecimento ao culto parece ter pouca ligação com as exigências divinas para a vida cristã. Desse modo, “ir a igreja” parece ser um costume de pessoas que insistem em manter uma velha tradição. Só o livro de Hebreus, entre todos os outros do Novo Testamento, dá uma resposta a essa pergunta. Os demais, provavelmente não tratam do problema porque a importância da freqüência a igreja jamais foi posta em dúvida. Os primeiros cristãos sabiam que deviam estar presentes nas reuniões freqüentes e até mesmo diária dos discípulos (Atos 2:46 e 1 Coríntios 14:26). Os cristãos que leram o livro de Hebreus haviam negligenciado o hábito de negligenciar a assembléia (10:25). Não sabemos as razões deles para não comparecerem, mas o livro nos diz que isso fazia parte de um profundo cansaço espiritual que afligia a comunidade. Eles se tornaram tardios em ouvir (5:11) e estavam em risco de cometer a apostasia (3:12 e 6:4-5). Um dos sinais do seu tédio e cansaço era não mais freqüentarem o culto. É uma tragédia quando vemos irmãos se afastando. Ao compreender que a adoração é uma reunião com Deus e seus anjos, parece incrível que alguém possa ser descuidado ou arrogante sobre o comparecimento às reuniões. Como Esaú, somos tentados a jogar fora o bem duradouro em troca de algo perecível. Num mundo em mudanças, encontramos na adoração um reino inabalável. Mensagem Dominical de 12 de Agosto de 2007Tema: Olhando para Jesus (carta aos Hebreus) Persistindo Através do Sofrimento por Valdir José da Silva “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.” - Hebreus 12:1-2 Recentemente o Brasil, mais especificamente o Rio de Janeiro, foi palco dos jogos pan-americanos, o PAN. Observando os atletas competidores, verificamos que as competições são árduas, que requerem disciplina, resistência e superação do “momento de dor”, aquele instante quando se está a poucos passos da linha de chegada e parece que não existe mais fôlego ou força para continuar, dada a exaustão e vem o desejo de desistir, ceder. Em vários textos do Novo Testamento, a vida cristã é mostrada como uma competição de atletismo ou uma corrida de longa distância (1 Coríntios 9:26-27 e 2 Timóteo 4:7). É exatamente esta ilustração que o autor de Hebreus usa no início do capítulo 12. No capítulo anterior, ele mostrou os heróis da fé, aqueles que à despeito das dificuldades da vida se mantiveram firmes até o fim. Esta era uma ilustração adequada para aquela comunidade, cuja vida tinha sido comparada a uma peregrinação (caps. 3-4). Assim, como o corredor olímpico, ao fim dodo percurso, eles estavam fatigados e tinham “as mãos decaídas e joelhos trôpegos” (12:12). Eles tinham alcançado seu momento de dor. Hoje em dia, mesmo no mundo religioso, a idéia de sofrer não é aceita. No entanto, a vida cristã foi inaugurada exatamente por alguém que aprendeu a sofrer, o Senhor Jesus (5:8). Assim, o escritor mostra àqueles cristãos que havia uma platéia incentivando-os a permanecerem fiéis, exatamente os heróis da fé, que cumpriram a sua parte. Além deles, o próprio Jesus foi o primeiro a sofrer em razão da fé. Ele ainda mostra que o sofrimento é também uma maneira de Deus corrigir aos filhos que ama. Desta maneira, olhando para nosso modelo perfeito Jesus, para a platéia de heróis vitoriosos antes de nós, podemos persistir, sem vacilar, mesmo nos momentos difíceis para finalmente, alcançarmos a coroa da vida. Mensagem Dominical de 05 de Agosto de 2007Tema Geral: Olhando para Jesus... (carta aos Hebreus) Guardando a fé Por Jilson Cardoso Sampaio "Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem... De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam" - Hebreus 11:1-3 e 6 O autor do livro de Hebreus inicia o capítulo 11 identificando o que é fé: a certeza de ter ou receber algo que não vemos, não vemos, nem podemos apalpar. Através da leitura do capítulo podemos perceber o valor que o autor dá à esta fé que nos foi dada. Ele traz à memória dos irmãos hebreus uma lista de heróis que obtiveram bom testemunho por meio da fé (vs. 39). Receberam uma herança incorruptível, embora ainda não alcançada. Havia uma grande preocupação do autor da carta pela igreja. A fé dos irmãos era uma dessas preocupações citadas não somente neste capítulo, mas em outros também, como capítulo 4:2 e 5:12. Aparentemente a igreja não estava progredindo e era alvo fácil de falsas doutrinas (6:1-3). A fé descrita no capítulo 11 tem como objetivo incentivar os irmãos, mostrando a necessidade de continuar até o fim. É encorajamento para uma igreja desanimada. A fé bíblica não se resume somente nesta vida, mas principalmente na vida que Deus nos tem reservado no céu (vs. 39-40). Podemos, no entanto, perceber o lado positivo nos versículos 30 a 35. Quantas bênçãos podemos receber neste mundo se continuarmos na fé que Cristo nos doou. Nos versículos 35 a 38 podemos perceber que podemos passar por grandes dificuldades por sustentar essa fé. Não é como ouvimos às vezes pessoas dizerem: "Venha para Cristo e pare de sofrer!" Com a fé verdadeira, sempre vamos ganhar mas, às vezes, com muita dor por sustentá-la. Muitas vezes não veremos nosso prêmio nesta vida pois as promessas maiores são para o futuro, reservadas nos céus. Quem sustenta a fé doada por Cristo é uma verdadeiro herói, do qual o mundo não é digno (vs.38). August 20 Dia dos PaisSegundo Domingo de Agosto Dia dos Pais Como acontece a cada ano, nesse dia, após o culto as crianças cantam uma canção para seus pais, além da igreja interceder por suas vidas. Veja ao lado algumas fotos irados nos dia por nossos irmãos Juliber e Filipe. Domingo de ConfraternizaçãoDia 29 de Julho Um Domingo Especial A igreja de Cristo aqui na cidade de Guarulhos reserva alguns domingos para uma maior confraternização entre os irmãos, após o culto dominical. Na igreja no Centro sempre que um mês em 5 domingos, o último é reservado para uma programação especial. Nesses domingos o culto de celebração é realizado na parte da manhã (10:00 horas) e, logo após, há um almoço para toda a congregação e seus visitantes. Já a igreja nos Pimentas reserva o 3º domingo dos meses de março, junho, setembro e dezembro para esses encontros especiais. Sempre que há essas programações, conta-se com a presença de alguns irmãos visitando aquela congregação na qual está havendo o domingo de confraternização. Este mês de julho foi especial porque nós aqui dos Pimentas não celebramos o culto no nosso prédio. Alugamos um ônibus e participamos do culto com os irmãos no Centro. Contamos com a presença de cerca de 45 pessoas. No total participaram 282 pessoas naquele domingo especial. Além do culto e do almoço, testemunhamos no dia a boa confissão e o batismo da Claudinéia, uma jovem de 14 anos. Veja nas fotos ao lado os melhores momentos do evento, além da foto dos participantes aqui da igreja. |
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