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September 29 Mensagem Dominical de 23 de Setembro de 2007Tema Geral: Atos - Cristianismo Prático Eles sofriam juntos por Valdir José da Silva "Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar, fazendo passar ao fio da espada a Tiago, irmão de João. Vendo ser isto agradável aos judeus, prosseguiu, prendendo também a Pedro... Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele" - Atos 12:1-3 e 5 Com o passar do tempo a igreja pode se tornar apenas um lugar onde passamos algum tempo juntos, com pessoas com quem temos um relacionamento superficial. Encontramo-nos nas reuniões e no culto dominical, nos cumprimentamos de maneira formal e até a próxima atividade. Assim, não compartilhamos alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, enfim, a vida. Na semana passada aprendemos que a igreja não é um lugar, mas a "ekklesia", isto é, uma assembléia de pessoas que têm o mesmo objetivo, o mesmo Senhor, o mesmo Deus, o mesmo Salvador, a mesma fé. Eles tinham alegria de estar juntos, tinham comunhão (koinonia), compartilhavam os seus bens e viviam alegres juntos. Hoje, vamos aprender que os primeiros discípulos de Jesus também estavam juntos nos momentos de dificuldades e de sofrimento. A igreja cresceu em meio ao sofrimento e o seu Senhor, Jesus Cristo, foi o primeiro a sofrer. A comunidade cristã teve uma ligeira aceitação no começo e até mesmo uma certa tolerância por parte das autoridades judaicas e romanas, especialmente estas últimas, que viam a igreja como um anexo do judaísmo, o qual contava com o favor de Roma, inclusive em algumas de suas leis. Mas logo esta "lua de mel" entre as autoridades e a igreja acabou e o resultado foi perseguição religiosa. Primeiras perseguições Atos 4:1-3 - Pedro e João são presos em razão de sua pregação do evangelho de Jesus Cristo, após terem curado um paralítico. Desta vez eles não foram castigados, mas ordenados a não mais compartilharem sua fé em Jesus. Claro que a resposta dos apóstolos foi que importa primeiro obedecer a Deus que aos homens, conforme capítulo 4:18-21. Quando foram soltos e contaram o que tinha ocorrido a igreja, o resultado foi um clamor a Deus, pedindo não que as autoridades deixassem de perseguir ou mesmo foi sugerido que a igreja esperasse um momento mais oportuno para iniciar a pregação do evangelho. O pedido foi que eles tivessem ainda mais ousadia e coragem em compartilhar a boa nova. Veja versículos 23-31. Atos 5:17-18 - desta vez todos os apóstolos foram presos e milagrosamente libertados por um anjo do Senhor. Veja que no versículo 20 o próprio anjo diz que eles deveriam ir até o templo e continuar a sua mensagem. Quando levados novamente às autoridades e novamente ordenados a não mais falar de Jesus, ao recusarem foram castigados com açoites. O resultado foi que saíram felizes por terem sido considerados dignos de sofres pelo nome de Jesus (vs. 40-42). Ou seja, eles estavam dispostos a sofrer pelo motivo certo. Outras perseguições A perseguição não parou por aí. No capítulo 7 vemos o surgimento do primeiro mártir da igreja, Estevão, morto apedrejado porque mostrou às autoridades judaicas sua rebelião para com Deus, com exemplos tirados da história dos judeus no Velho Testamento. Naquela época, Saulo, o futuro apóstolo Paulo, no capítulo 8, inicia uma perseguição contra a igreja, que levou a muitos cristãos deixarem a cidade de Jerusalém. Em todos estes exemplos vemos a igreja agindo como família, os cristãos apoiando e orando uns pelos outros. Herodes persegue a igreja No capítulo 12, quando a igreja tinha aproximadamente 13 anos de vida, havia passado por todas aquelas perseguições acima relatadas, eis que Herodes Agripa I, neto de Herodes,o grande, aquele que matou as criancinhas quando Jesus nasceu e filho de Herodes Antipas, o executor de João Batista, inicia uma nova perseguição ao povo de Deus por motivos políticos, ou seja, para agradar as autoridades dos judeus. A primeira vítima desta perseguição é o apóstolo Tiago, irmão do apóstolo João, morto à espada. Querendo agradar ainda mais os judeus, Herodes mandou prender aos apóstolo Pedro, com certeza pensando em lhe dar o mesmo fim que tivera Tiago. Pedro foi visto por Herodes como um prisioneiro especial, pois foi colocado numa prisão de segurança máxima, sendo vigiada por 16 soldados e preso a dois deles, o que não era normal naquela época quando se está em mente que apenas um homem estava preso. Qual teria sido o sentimento da igreja naquele momento? Com certeza estavam tristes, de luto pelo morte de Tiago e já contando com a morte de Pedro. O que fazer num caso como este? Protestar, fazer passeatas, fazer planos para invadir a prisão e soltar o apóstolo? Não! Herodes podia ter fechado as portas da prisão, mas não as portas dos céus e assim os irmãos dobraram seus joelhos e passaram a orar fervorosamente em favor de Pedro. Veja o versículo 5. Com certeza havia obstáculos para que os nossos irmãos do primeiro século tomassem esta atitude. A primeira, com certeza, era a decepção pelo morte de Tiago. Os irmãos tinham orado por sua libertação e Deus, naquele momento, não os tinha atendido. Por que atenderia com relação a Pedro? Outro obstáculo é que a igreja passou 6 dias orando por Pedro e nada tinha ainda acontecido, nem sinal da ação do Senhor. Os irmãos também deveriam estar orando para que a vontade de Deus se realizasse, bem como para que Pedro se mantivesse firme. Nos versículos 6 a 17 vemos o resultado das orações desses cristãos fiéis. Na véspera do dia que Pedro seria apresentado às autoridades judaicas e, com quase certeza, condenado a morte, a mão do Senhor age poderosamente. Um anjo de Deus o liberta, mesmo com toda a segurança daquela prisão. Lendo texto podemos ver pelo menos 7 milagres: 1. O anjo apareceu a acordou Pedro. É interessante notar como Pedro conseguiu dormir na véspera de sdua provável morte. Aqui eu vejo a fé de alguém que confiava que seu destino estava nas mãos, não de Herodes, mas do Todo-Poderoso Deus. 2. Um luz luminosa apareceu na prisão; 3. As correntes que prendiam Pedro aos soldados caíram por terra; 4. Os soldados não acordaram nem com a luz, nem com o barulho de Pedro se vestindo e das correntes caindo; 5. Pedro e o anjo passaram pela primeira sentinela sem serem vistos; 6. Passaram pela segunda sentinela e novamente não foram vistos; 7. O portão que, segundo estudiosos, necessitava de 25 homens para ser aberto, abriu-se automaticamente. Conclusão: Agindo Deus, quem poderá impedir? A reação dos irmãos Após se dar conta de que estava livre, pois Pedro, ainda sonolento, não entendia o que estava acontecendo, este vai para a casa de João Marcos onde surpreendentemente, naquela hora da noite ou mesmo madrugada, havia um grupo de irmãos orando. Veja só, Pedro estava na prisão, mas não estava sozinho, pois a igreja estava intercedendo por ele. A reação dos irmãos é até cômica. Eles estavam orando pela libertação de Pedro e quando este chega naquela reunião de oração tem dificuldades em entrar, pois os crentes não acreditam na palavra da criada que, de tão feliz, deixara Pedro na porta sem, no entanto, abrí-la. É interessante como nós cristãos temos momentos de dúvidas com relação ao poder de nosso Deus. Quantas vezes oramos e clamamos por algo que achamos impossível e, quando atendidos, ficamos maravilhados e não acreditamos na resposta do Senhor. Podemos ver que esta falta de fé não é exclusiva nossa, mas dos próprios irmãos O final da história é que Pedro se retira para outros lugares e não mais aparece no livro de Atos, que se concentra nas atividades do apóstolo Paulo daí por diante. Os irmãos explodem de alegria pela ação de Deus. Aplicação Como aplicar esta história nas nossas vidas? Em primeiro lugar sabendo que, como igreja, precisamos participar da vida uns dos outros e, nos momentos difíceis e de sofrimento, devemos sofrer juntos. Este sofrer junto não é somente estar à disposição para ajudar mas, há momentos, em que a situação é tão difícil, que nossa única ajuda é interceder pela vida uns dos outros. Um período longo de desemprego de um irmão, problemas nas famílias entre pais e filhos e marido e esposa, um enfermidade prolongada ou que julgamos incurável, uma morte, nestes momentos a igreja precisa chorar e sofrer coletivamente. A igreja em Guarulhos tem passado momentos de tristeza. No começo do ano nosso irmão Claudio Oliveira faleceu em um acidente. Logo depois ficamos sabendo do diagnóstico do Sr. David Meadows, câncer no pâncreas, que logo se espalhou e atingiu o pulmão. Esta situação tem servido para a igreja sofrer todos juntos, bem como com a família do Sr. David, um servo que tem sido fiel ao Senhor em todos esses quase 25 anos que a igreja de Jesus foi estabelecida na cidade de Guarulhos. Nós aqui dos Pimentas também oramos e sofremos junto com toda a igreja guarulhense. Aprendemos também nesta lição que Deus é poderoso, nada é impossível para ele e, nas dificuldades da vida, ele pode agir. Acreditamos que Deus é poderoso para curar totalmente o Sr. David. No entanto, esperamos na SUA vontade e não na nossa. O Tiago foi morto e Pedro foi liberto. Não dá para entender os motivos de Deus, mas, como servos submissos, aceitamos a sua vontade. Assim também oramos pela cura do Sr. David, mas aceitamos a vontade de Deus, seja ela qual for. Irmãos, aprendemos hoje que a igreja do livro de Atos sofria coletivamente quando algo de ruim acontecia na vida de um dos discípulos de Jesus. Nos dias de hoje, apesar de não termos perseguição religiosa, existem desafios para mantermos a fé cristã, bem como problemas e dificuldades. Como família de Deus precisamos estar juntos, auxiliando e amando uns aos outros. Somente assim, faremos jus ao nome de cristão. September 17 Mensagem Dominical de 16 de Setembro de 2007Tema Geral: Atos - Cristianismo Prático Eles estavam juntos por Valdir José da Silva "Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" - Atos 2:46-47 "A cena se passa nos céus, imediatamente antes do nascimento de Jesus. Um anjo mais experiente está conversando com outro mais novo: - Olhe lá para a terra, meu filho, pois haverá um acontecimento maravilhoso. Olhe... lá, naquela pequena região, no lado oriental do mar Mediterrâneo. Está vendo...? Ah, veja aquela estrela brilhante descendo ali! Veja aquela luz começando a brilhar. sabe o que isso significa? O Messias acabou de nascer lá em Belém, de uma simples mulher. O tempo passou e aquela luz brilhou cada vez mais alto, e grande era o seu resplendor. Mas, de repente, a maravilhosa luz se apagou e na terra a escuridão foi total. O primeiro anjo chorou angustiado, gritando: - Não, não, isso não! Eles O mataram... Pouco tempo depois, porém, a luz brilhou de novo e finalmente subiu para o trono de Deus. Por alguns dias a escuridão reinou de novo na terra. Mas, em um determinado dia, no lugar da grande luz, apareceu outra pequena, que crescia pouco a pouco. Depois dela, outra surgiu, e mais outra, e então havia dezenas, por todas as partes. E os anjos se regoziram, sabendo que a luz divina nunca mais se apagaria da terra." Texto extraído do livro "Atos Cristianismo em ação", de Glover Shipp, publicado pela Editora Vida Cristã, pág. 09-10 Esta história não se encontra nas páginas da bíblia, mas ilustra bem o livro de Atos dos Apóstolos e dos primeiros cristãos. No dia de Pentecostes, 50 dias após a Páscoa, a igreja de Jesus foi estabelecida em Jerusalém e hoje, passados 21 séculos, nada foi capaz de destruí-la como Jesus tinha prometido em Mateus 16:16:18. Assim, a igreja, o corpo de Cristo continua brilhando, sendo os discípulos de Jesus a luz do mundo. No entanto, continuamos sendo desafiados dia a dia, a sermos na prática e não apenas na teoria a igreja de Cristo. Pois não basta termos e ensinarmos a doutrina correta, precisamos também ter a prática correta. Para vivermos o cristianismo de forma prática, precisamos voltar ao nosso modelo, a igreja do primeiro século estabelecida primeiro em Jerusalém e depois de todo o mundo conhecido da época. A igreja de Atos não é para ser apreciada, mas vivida por aqueles que a compõem. Durante as próximas semanas estaremos olhando no livro de Atos facetas daquela igreja. A primeira faceta da igreja primitiva é que os primeiros seguidores de Jesus faziam jus ao significado da palavra "igreja", ekklesia, ou seja, uma assembléia de pessoas. Assim, faziam questão de estarem juntos, compartilhando a vida, seus bens, seus talentos... Eles sabiam que um discípulo sozinho não é a igreja, mas reunidos, formam a igreja do Senhor, onde quer que se reúnam. Somente desta maneira é possível cumprir o mandamento de amar a Deus amando ao próximo. Vejamos alguns exemplos tirados de Atos: Atos 2:42-47 O texto começa dizendo que eles "perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações" O Novo Testamento ainda não tinha sido escrito e assim eles recebiam a orientação diretamente dos apóstolos, que tinham sido ensinados pelo Senhor Jesus. Mas, veja que a doutrina era importante, mas estavam acompanhada de ações que a chancelavam. Eles tinham COMUNHÃO, que é a palavra grega KOINONIA, isto é, "ter em comum, participar ou cooperar". Esta palavra também tem um sentido econômico, no sentido de "botar a mão no bolso" quando necessário. Além disso, eles também partiam o pão. O sentido aqui está mais ligado à celebração da ceia do Senhor. No entanto, com o tempo, partir o pão se tornou também na atitude de compartilhar uma refeição com os irmãos. A oração conjunta também foi um ingrediente muito importante na primeira igreja. Vivemos num mundo onde há problemas e dificuldades e orando uns pelos outros podemos passar vitoriosamente por tudo isso. O texto ainda diz que eles tinham tudo em comum a ponto de venderem suas propriedades para ajudar os irmãos necessitados. Esta passagem é um pouco abusada nos dias de hoje, como se o cristão precisasse vender seus bens para "doar a igreja". O sentido aqui é que as pessoas que tinham vindo de outras nações e abraçado ao evangelho precisam ficar mais um tempo em Jerusalém para aprender mais sobre o evangelho. Assim, os irmãos com condições econômicas venderam bens para ajudá-los a se manter durante esse período. Chama a atenção também o fato de que os primeiros cristãos diariamente estavam juntos. Às vezes ouvimos irmãos perguntarem se "basta estar presente nos cultos dominicais ou também precisa participar das reuniões de quarta-feira". Esta pergunta seria ridícula para um irmão do primeiro século. a pergunta adequada para ele seria "Eu posso estar presente?". A resposta seria "se posso, farei questão de estar." Assim, eles estavam constantemente juntos, não por obrigação ou necessidade, mas pela alegria de compartilharem uns com os outros das bênçãos de Deus. O texto termina dizendo que eles "louvavam a Deus", este louvor é consequência do que viviam nos versículos anteriores. Como consequência, dia a dia, eram acrescentadas novas pessoas à igreja do Senhor. quem não desejaria fazer parte de um grupo onde há amor, cuidado, proteção e comunhão? Atos 4:32-37 Quando uma criança nasce, a primeira palavra que aprende depois de "papai" e "mamãe" é "meu" e "minha", palavras que, com o tempo, ressaltam o quanto somos egoístas por natureza. Um recém-nascido em Cristo abole de seu vocabulário exatamente essas palavras, substituindo-as por "NOSSO" ou "NOSSA", tudo é em comum. Foi o que aconteceu com aqueles primeiros seguidores de Jesus. Eles tinham sido tão abençoados pelo Senhor que nada mais lhes pertencia uma vez que, a salvação proporcionada por Cristo tinha enchido seus corações de alegria. Novamente a consequência natural foi a admiração das pessoas ao redor. Já em Atos 5:12-13 vemos que a alegria era a motivação para aqueles homens e mulheres estarem juntos. Atos 4:23-31 e 12:1-5 Os nossos irmãos do primeiro século estavam juntos não somente nos momentos alegres da vida. Logo a igreja começou a ser perseguida e estes irmãos utilizavam das armas que o Pai celestial lhes tinham concedido. Eles não protestavam pela maneira até injusta como alguns seguidores estavam sendo tratados. Eles se reuniram para orar, interceder pelos irmãos perseguidos. Nos textos acima podemos ver que enquanto os apóstolos no primeiro caso e Pedro, no segundo, estavam presos, havia oração incessante por parte da igreja por sua liberdade. O resultado foi a intervenção sobrenatural do Todo-Poderoso Deus. Sim, como nos dias de hoje, aqueles irmãos tinham momentos difíceis, perseguição, com certeza fome, doenças, entre outros. Mas um intercedia pelo outro, cumprindo o "alegrar-se com quem se alegrar e chorar com quem chora" de Romanos 12:15. Aplicação para nossas vidas Uma parte desta lição foi tirada de um comentário de Atos, cuja lição era intitulada "Uma igreja da qual eu gostaria de ser membro". O autor da lição pergunta aos seus leitores: "Vocês não gostariam de fazer parte de uma igreja assim". Eles mesmo responde: "Antes que digam 'SIM, EU GOSTARIA', eu afirmo NÓS PODEMOS SER ESTA IGREJA, pois Atos, como toda a bíblia, é um espelho para imitarmos, para vivermos". Assim, seguem algumas idéias de como podemos ser uma igreja como aquela fundada no ano 33 em Jerusalém pelo Senhor Jesus: 1. Valorizando a igreja como corpo de Cristo, comprada pelo seu próprio sangue, como diz Atos 20:28. Infelizmente, às vezes ouvimos irmãos que quase não congregam dizer que "estão bem com Deus", querendo dizer que não é tão importante estar com os irmãos. Isto não é verdade bíblica! A palavra de Deus contém vários ensinamentos que termina com "uns aos outros", ou seja, amar, servir, suportar, perdoar... Tudo isto só é possível no contexto de igreja, de assembléia, de irmãos reunidos. 2. Eu sou importante e responsável por fazer da minha congregação uma igreja parecida com aquela encontrada no livro de Atos Às vezes ouvimos irmãos criticando a igreja, dizendo que é fria, que falta amor, que não tem recebido nada da igreja, entre outras reclamações. Esses irmãos esquecem que eles são partes da igreja, ou seja, se a igreja não é aquilo que a bíblia manda que seja, pode ser que eles estejam também colaborando para isso. É importante que cada um de nós INDIVIDUALMENTE perceba que é uma influência para que a igreja seja mais ou menos bíblica. Assim, cada a mim individualmente ser uma bênção na vida dos irmãos, de amar, de servir, de valorizar, entre outras coisas. A igreja é uma assembléia de pessoas, assim cada um é peça importante. 3. Participar de todas as atividades possíveis Deus quer de cada um de nós aquilo que podemos dar. É importante a presença de cada irmão no culto dominical e não apenas para receber, mas para dar de si próprio. Além disso, no contexto da igreja aqui nos Pimentas ainda temos nossa reunião de oração às quartas-feiras, as reuniões de sábados (para adolescentes, homens, mulheres, casais, entre outros), os encontros nos lares. Assim, se posso participar, devo estar presente aprendendo do Senhor através dos estudos bíblicos, orando juntos, compartilhando a vida, as dificuldades e as bênçãos de Deus. Assim, vamos nos incentivar e animar uns aos outros a prosseguir firme na vida cristã, fiel a Jesus. No entanto, nossa deve ser espontânea, motivada pelo amor a Deus e ao próximo e não porque nos sentimos obrigados a isso. 4. Convidando um irmão para um refeição conjunta, uma visita. É uma boa maneira de se conhecer melhor o irmãos, tanto suas alegrias como tristezas. Uma refeição conjunta une a irmandade. 5. Fazendo uma visita a um irmão Não esperemos apenas ser convidado. Podemos tomar a iniciativa de fazer uma visita a um irmão em Cristo, especialmente alguém que está faltando aos cultos ou sabemos que está passando por lutas. Será uma ótima oportunidade para uma oração conjunta com o irmão e até sua família. 6. Aproveitando momentos de lazer juntos Pode ser um passeio ao shopping, uma sessão no cinema, um passeio ao Playcenter, a um parque, pode-se usar a criatividade para momentos juntos. Na vida moderna é quase impossível estarmos juntos diariamente, mas podemos aproveitar momentos especiais. 7. Aproveitando atividades programadas como ACAMPAMENTOS (tivemos o da igreja no Centro nos dias 07 a 09 de setembro e teremos o dos jovens nos dias 02 a 04 de novembro) Acampamentos, retiros, conferências, o ENOC anualmente são ótimas oportunidades de passarmos um tempo a mais com os irmãos em Cristo. Geralmente estas atividades são anuais e, assim, pode-se programar com antecedência. 8. Acontecimentos como aniversários, casamentos, noivados,etc. Também são excelentes oportunidades de encontros de grupos pequenos da igreja. Conclusão Esta lista não é exaustiva, outras idéias podem ser acrescentadas. No entanto, esta é uma tentativa de ajudar a igreja a, dentro do possível, viver o cristianismo do primeiro século. Temos muito a aprender com nossos irmãos através de ume estudo do livro de Atos. Sabe de uma coisa irmãos? A bíblia diz que passaremos a ETERNIDADE JUNTOS quando Cristo voltar. Assim, eu pergunto: POR QUE NÃO COMEÇAR AGORA? September 13 Mensagem Dominical de 09 de Setembro de 2007Tema Geral: Necessidades da Igreja Por que o sofrimento? Por Manoel Sampaio de Souza “Quanto a mim, os meus pés quase se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos. Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios.” - Salmo 73:2-3
Hoje vamos falar sobre um homem de fé, porém entristecido. Seu nome é Asafe, o autor do Salmo 73. Este homem chama a atenção pela sua honestidade. Ele nos apresenta uma profunda decepção, estava pronto a admitir que se sentiu traído não somente pela vida, mas também por Deus. Resumindo, ele disse: “Por que isto está acontecendo comigo? Eu confiei no Deus de nossos pais, eu tentei permanecer fiel ao meu Deus, eu tentei fazer as escolhas certas, mas estou sendo esmagado com problemas, enquanto pessoas más prosperam”. De fato, por que a vida é tão injusta? Por que Deus não faz logo cumprir suas leis? Nos identificamos muito com Asafe, pois suas perguntas são nossas perguntas de hoje e sua frustração também se vê em nós. Uma das razões pelas quais Asafe teve esse sentimento foi porque ele e toda a nação de Israel havia aprendido e olhava a vida através de uma “rede de retribuição”, ou seja, os que faziam o bem seriam recompensados e os que faziam o mal seriam punidos. No entanto, o que Asafe estava vivenciando era justamente o contrário, os perversos prosperavam enquanto os homens de Deus passavam apertos. Se Asafe quisesse manter firme sua fé teria que encontrar respostas. Nessa batalha, ele tinha que decidir se iria confiar em Deus ou deserdar. No entanto, Asafe mudou de idéia quando entrou no santuário e pode ver as coisas da “perspectiva de Deus”. Ali ele viu no destino e o fim daqueles que se rebelam contra o Criador. No momento de desespero Satanás semeia dúvidas em nosso coração, fazendo parecer que Deus não está no controle. Quando Asafe olhou para traz, percebeu aonde o seu desespero quase o levou (vs. 2). Não tomemos decisões em tempos de desespero, não acreditemos nas dúvidas que Satanás lança sobre nós. Acreditemos: Deus sempre está no controle! |
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